Essa blog anda jogado às moscas, mas essa data não poderia passar em branco.
Hoje Diego Armando Maradona complea 50 anos. Parabéns ao maior futebolista de todos os tempos!
Blog do Munari
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Roth reencontrou uma forma de montar o 4-2-3-1
Quando Taison saiu Celso Roth mostrou-se preocupado com a reposição. O treinador afirmou que não havia no elenco jogador de velocidade como ele e chegou a falar em mudanças de esquema. Realmente Rafael Sóbis, o jogador que iria substituir o ex-camisa sete colorados, não tem características para ser o homem aberto do lado esquerdo.
No mesmo jogo que Taison se despediu Roth foi obrigado a mudar o posicionamento dos meias após a expulsão de Wilson Mathias. Naquela ocasião Roth sacou o próprio Taison e repôs a saída do volante expulso com a entrada de Derlei. Assim Glaydson e Derlei posicionaram-se como volantes centralizados, o doble 5 argentino, Tinga aberto na direita e D’Alessandro na esquerda, Damião foi a referência. Um 4-4-1 ou 4-2-2-1.
Ali Roth estava encontrando o novo posicionamento para o time sem Taison. Quanto tivesse 11 jogadores poderia manter os posicionamentos de D’Ale e Tinga com Sóbis por dentro, atrás do centroavante. Não foi isso que ele fez, escalou Sóbis na mesma função de Taison e não funcionou. Logo após a lesão do atacante, tentou Giuliano pela esquerda contra o Goiás e novamente não deu certo.
Nesta quinta-feira no Morumbi ele voltou a repetir o posicionamento da Ressacada com Tinga na extrema direita e D’Alessandro na esquerda. Giuliano por dentro foi o meio-campista que mais se aproximou do centroavante. Nessa função acabou sendo decisivo na vitória colorada ao dar o passe para o segundo gol e fazer o terceiro. D’Alessandro e Tinga nas novas funções tiveram atuações destacadas e foram fundamentais para que o time tivesse o controle da partida.
Celso Roth reencontrou uma forma de o time voltar a render no 4-2-3-1. Porém, no próximo confronto contra o Vasco já vai ter que achar uma solução porque Giuliano suspenso não joga. Não sei quem vai substituir o jogador, se Andrezinho, Edu ou Marquinhos, mas quem entrar deve jogar centralizado. É fundamental nesse momento não mexer nos posicionamentos e Tinga e D’Alessandro.
No mesmo jogo que Taison se despediu Roth foi obrigado a mudar o posicionamento dos meias após a expulsão de Wilson Mathias. Naquela ocasião Roth sacou o próprio Taison e repôs a saída do volante expulso com a entrada de Derlei. Assim Glaydson e Derlei posicionaram-se como volantes centralizados, o doble 5 argentino, Tinga aberto na direita e D’Alessandro na esquerda, Damião foi a referência. Um 4-4-1 ou 4-2-2-1.
Ali Roth estava encontrando o novo posicionamento para o time sem Taison. Quanto tivesse 11 jogadores poderia manter os posicionamentos de D’Ale e Tinga com Sóbis por dentro, atrás do centroavante. Não foi isso que ele fez, escalou Sóbis na mesma função de Taison e não funcionou. Logo após a lesão do atacante, tentou Giuliano pela esquerda contra o Goiás e novamente não deu certo.
Nesta quinta-feira no Morumbi ele voltou a repetir o posicionamento da Ressacada com Tinga na extrema direita e D’Alessandro na esquerda. Giuliano por dentro foi o meio-campista que mais se aproximou do centroavante. Nessa função acabou sendo decisivo na vitória colorada ao dar o passe para o segundo gol e fazer o terceiro. D’Alessandro e Tinga nas novas funções tiveram atuações destacadas e foram fundamentais para que o time tivesse o controle da partida.
Celso Roth reencontrou uma forma de o time voltar a render no 4-2-3-1. Porém, no próximo confronto contra o Vasco já vai ter que achar uma solução porque Giuliano suspenso não joga. Não sei quem vai substituir o jogador, se Andrezinho, Edu ou Marquinhos, mas quem entrar deve jogar centralizado. É fundamental nesse momento não mexer nos posicionamentos e Tinga e D’Alessandro.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
D’Alessandro desfalcará o Inter por culpa da CBF e não da AFA

Andrés D’Alessandro desfalcará o Internacional nas próximas três rodadas do Campeonato Brasileiro para defender a Seleção Argentina. Isso ocorre no momento em que o Colorado tenta se aproximar no líder Fluminense e perder o seu camisa 10 certamente não estava nos planos de Celso Roth.
Muitos podem reclamar e acusar a celeste y blanca de prejudicar o Inter, porém a culpa não é dos argentinos. A responsável pela ausência de D’Alessandro não é a AFA, mas sim a CBF. Vale lembrar que para a próxima semana está marcada a tal data FIFA, que serve exatamente para as seleções marcarem seus amistosos e disputarem partidas de eliminatórias. Os clubes não deveriam atuar nestas datas.
Muitos podem reclamar e acusar a celeste y blanca de prejudicar o Inter, porém a culpa não é dos argentinos. A responsável pela ausência de D’Alessandro não é a AFA, mas sim a CBF. Vale lembrar que para a próxima semana está marcada a tal data FIFA, que serve exatamente para as seleções marcarem seus amistosos e disputarem partidas de eliminatórias. Os clubes não deveriam atuar nestas datas.
Todos os campeonatos da Europa vão parar nos próximos dias 04 e 08 para os jogos das seleções, mas a CBF insiste já há alguns anos em ignorar isso. O calendário brasileiro é realmente apertado por conta dos estaduais, mas outra solução deveria ser adotada. A atual prejudica os times que tem jogadores convocados e o que deveria ser bom para os clubes, pela valorização dos atletas, se torna um problema para os seus treinadores.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
“Falem dele agora”

Essa é a frase mais ouvida por essas plagas desde os dois gols de Alecsandro na partida da última quarta-feira: “falem dele agora”. Impressionante como os defensores do centroavante estão eufóricos depois da boa atuação do jogador contra os mineiros. O momento de confiança no jogador surge em parte da imprensa e principalmente entre torcedores colorados. Há razão para tanto?
Não me surpreende a boa atuação de Alecsandro contra o Atlético. Era de se imaginar que como titular absoluto durante toda a temporada em algum momento isso iria acontecer. Ele até fez gols importantes como no Gre-Nal de Erechim e na vitória sobre o Banfield na Libertadores, mas em ambas as partidas marcou sem jogar bem. O jogo em Sete Lagoas foi sim à primeira vez que Alecsandro jogou realmente bem em 2010.
A pergunta que fica é: isso é suficiente? Será que é o bastante para o Internacional ter um centroavante que faz um jogo bom em sete meses?
Não vejo razão para essas cobranças e a empolgação com o jogador, muito menos motivos para otimismo por parte do torcedor de acreditar que a partir de agora ele continuará jogando bem.
Desde a saída de Nilmar, Alecsandro se tornou o dono da camisa 9 colorada. Depois de algumas atuações de bom nível no Brasileirão, ele caiu de rendimento. Nas últimas sete rodadas do campeonato, com o Inter brigando pelo título, ele marcou apenas um gol, na vitória de 4 a 1 sobre o Santo André. Com certeza uma maior efetividade do centroavante poderia ter dado o título ao clube gaúcho que ficou com o vice apenas um ponto atrás do Flamengo.
Neste ano de 2010 em jogos importantes como o Gre-Nal decisivo do gauchão, a partida da Argentina contra o Banfield e os dois confrontos contra o Estudiantes novamente o Colorado sentiu falta de um camisa 9 de maior qualidade.
Um clube grande que briga por títulos precisa de um artilheiro que apareça com gols e boas atuações nos grandes jogos. As criticas feitas foram todas com razão. Não basta construir uma artilharia na temporada com gols no Gauchão e em fases inicias da Libertadores.
Sobre a frase “falem dele agora”, é óbvio que o momento é de falar bem. Um jogador não deve ser criticado ou elogiado por uma questão pessoal. Elogia-se quando joga bem e critica-se quando joga mal.
Alecsandro mereceu todas as criticas que recebeu no primeiro semestre, assim como merece os elogios pela sua atuação em Minas. Só que não será uma atuação isolada que o tornará um grande jogador. Ele é sim um centroavante de qualidade limitada para um clube como que ambiciona grandes títulos.
A maior prova da ausência de bons jogos de Alecsandro é a forte cobrança feita em blogs, rádios e sites por parte de seus defensores desde quarta-feira. Tivesse o jogador uma maior seqüência de boas atuações e essas cobranças não se dariam de forma tão forte após uma apenas uma boa partida.
Não me surpreende a boa atuação de Alecsandro contra o Atlético. Era de se imaginar que como titular absoluto durante toda a temporada em algum momento isso iria acontecer. Ele até fez gols importantes como no Gre-Nal de Erechim e na vitória sobre o Banfield na Libertadores, mas em ambas as partidas marcou sem jogar bem. O jogo em Sete Lagoas foi sim à primeira vez que Alecsandro jogou realmente bem em 2010.
A pergunta que fica é: isso é suficiente? Será que é o bastante para o Internacional ter um centroavante que faz um jogo bom em sete meses?
Não vejo razão para essas cobranças e a empolgação com o jogador, muito menos motivos para otimismo por parte do torcedor de acreditar que a partir de agora ele continuará jogando bem.
Desde a saída de Nilmar, Alecsandro se tornou o dono da camisa 9 colorada. Depois de algumas atuações de bom nível no Brasileirão, ele caiu de rendimento. Nas últimas sete rodadas do campeonato, com o Inter brigando pelo título, ele marcou apenas um gol, na vitória de 4 a 1 sobre o Santo André. Com certeza uma maior efetividade do centroavante poderia ter dado o título ao clube gaúcho que ficou com o vice apenas um ponto atrás do Flamengo.
Neste ano de 2010 em jogos importantes como o Gre-Nal decisivo do gauchão, a partida da Argentina contra o Banfield e os dois confrontos contra o Estudiantes novamente o Colorado sentiu falta de um camisa 9 de maior qualidade.
Um clube grande que briga por títulos precisa de um artilheiro que apareça com gols e boas atuações nos grandes jogos. As criticas feitas foram todas com razão. Não basta construir uma artilharia na temporada com gols no Gauchão e em fases inicias da Libertadores.
Sobre a frase “falem dele agora”, é óbvio que o momento é de falar bem. Um jogador não deve ser criticado ou elogiado por uma questão pessoal. Elogia-se quando joga bem e critica-se quando joga mal.
Alecsandro mereceu todas as criticas que recebeu no primeiro semestre, assim como merece os elogios pela sua atuação em Minas. Só que não será uma atuação isolada que o tornará um grande jogador. Ele é sim um centroavante de qualidade limitada para um clube como que ambiciona grandes títulos.
A maior prova da ausência de bons jogos de Alecsandro é a forte cobrança feita em blogs, rádios e sites por parte de seus defensores desde quarta-feira. Tivesse o jogador uma maior seqüência de boas atuações e essas cobranças não se dariam de forma tão forte após uma apenas uma boa partida.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
A convocação de Maradona
É com atraso que escrevo sobre a convocação de Diego Maradona para a Copa do Mundo. Como sempre acontece, são mais comentadas as ausências do que os jogadores presentes na bendita lista. Os argentinos questionaram assim que saiu os 30 nomes os três jogadores mais famosos que ficaram de fora, Cambiasso, Zanetti e Gago.
Embora seja dos três o com menor qualidade, foi a falta de Gago que me surpreendeu mais. O volante do Real Madrid era presença constante nas convocações de Diego e era dado como nome certo no Mundial. Zanetti, de algumas convocações com Maradona e de atuações fracas na humilhante goleada contra a Bolívia e na derrota em casa para o Brasil, deixou de ser chamado desde o confronto contra o time de Dunga e já era um nome pouco cotado na lista final.
Para mim, a maior ausência, mesmo que nunca convocado por Maradona, é do ex-volante do River que hoje é o melhor meiocampista argentino jogando na Europa. Cambiasso não é bem o cinco que é Mascherano e não tem a velocidade do segundo volante Gutierrez, que pode jogar pelo lado direito do meio-campo, coisa que o canhoto meiocampista da Inter não faria, mas pela sua qualidade teria que estar no grupo. Repito, a formação de meio-campo argentino permite que Cambiasso seja reserva, mas seja reserva. Ou seja, que faça parte do grupo. O que não pode é deixar ele de fora do Mundial. Foi um erro de Diego que parece ter mais uma questão pessoal do que técnica e tática para não convocar Esteban Cambiasso.
Bom, os que estão de fora, estão. Vamos a análise dos 23 de Maradona. Começando pelo gol, Romero e Andújar já eram nomes certos faltando apenas ainda a confirmação do terceiro que acabou sendo mesmo Pozo. Espero que Diego decida por Andújar, embora nos últimos jogos a camisa um tem sido de Romero.
Na defesa Burdisso, Samuel e Demichelis brigarão pelas duas vagas na linha de dentro do esquema de quatro atrás, embora possam os três jogarem juntos com Burdisso na lateral direita Isso uma possibilidade mais remota. Heinze dever ser o lateral esquerdo e Otamendi, zagueiro, na direita. Por ai se explica a convocação de Garcé, a grande surpresa da lista, que é lateral de origem embora jogue na zaga atualmente no Colón. Há também a opção de Gutierrez fazer a lateral direita em uma opção mais ofensiva. Clemente Rodriguez, como afirmou Maradona, será opção para as duas, mas começa com poucas chances de ser titular.
O setor de meiocampo tem qualidade, mas não tem aquele enganche acima da média, o 10 mesmo será Messi que deve jogar no ataque. Mascherano, Gutierrez, Verón e Di Maria devem formar o quarteto titular. Não há reserva com as características de Verón, uma lesão do camisa 11 do Estudiantes obrigaria Maradona a mudar a forma de jogar do time. Pastore é o jogador com maior característica de enganche, mas não é Verón. Reafirmo, se Verón tiver que sair, Maradona vai ter que alterar o jeito de jogar da equipe. Bolatti é o único volante e então reserva de Mascherano. Maxi Rodriguez é opção tanto para a vaga de Gutierrez quanto de Di Maria.
No ataque Maradona foi ousado e chamou seis jogadores, três deles centroavantes, mas mesmo assim o esquema deve ter somente dois homens na frente, Messi e mais um. São cinco brigando para ser o parceiro de Lio. Titular no último amistoso contra a Alemanha, Huguaín parece sair na frente, mas não pode relaxar, pois Milito em grande fase na Inter deve vir forte na briga pela camisa nove. Tevez e Aguero já tiveram maior prestigio na seleção e hoje perderam espaço e devem ter chances remotas de titularidade. O últimos dos seis é Palermo. Muitos não o levariam, eu concordo com o Diego em levar.
Palermo é matador e pode ser importante em um jogo que se for preciso a bola área no decorrer do embate. Sem contar o gol dele contra o Peru que foi de fundamental importância para a Argentina jogar o Mundial, nada mais justo em levar um dos heróis da classificação para a Copa.
Para encerrar, digo que a Argentina vem sim muito forte para a Copa, embora gostaria de ver um pouco mais de qualidade no meio-campo. Tentaria Messi mais recuado ao lado de Verón com dois homens na frente. Pela qualidade dos atacantes seria interessante ter dois deles além do Messi. Não acho que o time ficaria desprotegido defensivamente já que tem praticamente dois zagueiros nas laterais e no meiocampo Mascherano e Gutierrez com grande poder de marcação. Além disso, Verón, apesar da idade, marca também, só ver que ele foi quem marcou D’Alessandro no confronto contra o Inter na última quinta-feira.
Veremos se Diego pensará nessa hipótese, ele mesmo declarou essa semana que quer Messi tocando mais na bola. Afirmou que o camisa 10 do Barça não pode ficar cinco minutos de um jogo sem tocar na pelota. No meio ele poderia ser mais participativo. De qualquer forma, com Messi na frente ou no meio a Argentina deve pinta como uma das favoritas e o sonho do o tri pode se concretizar.
Embora seja dos três o com menor qualidade, foi a falta de Gago que me surpreendeu mais. O volante do Real Madrid era presença constante nas convocações de Diego e era dado como nome certo no Mundial. Zanetti, de algumas convocações com Maradona e de atuações fracas na humilhante goleada contra a Bolívia e na derrota em casa para o Brasil, deixou de ser chamado desde o confronto contra o time de Dunga e já era um nome pouco cotado na lista final.
Para mim, a maior ausência, mesmo que nunca convocado por Maradona, é do ex-volante do River que hoje é o melhor meiocampista argentino jogando na Europa. Cambiasso não é bem o cinco que é Mascherano e não tem a velocidade do segundo volante Gutierrez, que pode jogar pelo lado direito do meio-campo, coisa que o canhoto meiocampista da Inter não faria, mas pela sua qualidade teria que estar no grupo. Repito, a formação de meio-campo argentino permite que Cambiasso seja reserva, mas seja reserva. Ou seja, que faça parte do grupo. O que não pode é deixar ele de fora do Mundial. Foi um erro de Diego que parece ter mais uma questão pessoal do que técnica e tática para não convocar Esteban Cambiasso.
Bom, os que estão de fora, estão. Vamos a análise dos 23 de Maradona. Começando pelo gol, Romero e Andújar já eram nomes certos faltando apenas ainda a confirmação do terceiro que acabou sendo mesmo Pozo. Espero que Diego decida por Andújar, embora nos últimos jogos a camisa um tem sido de Romero.
Na defesa Burdisso, Samuel e Demichelis brigarão pelas duas vagas na linha de dentro do esquema de quatro atrás, embora possam os três jogarem juntos com Burdisso na lateral direita Isso uma possibilidade mais remota. Heinze dever ser o lateral esquerdo e Otamendi, zagueiro, na direita. Por ai se explica a convocação de Garcé, a grande surpresa da lista, que é lateral de origem embora jogue na zaga atualmente no Colón. Há também a opção de Gutierrez fazer a lateral direita em uma opção mais ofensiva. Clemente Rodriguez, como afirmou Maradona, será opção para as duas, mas começa com poucas chances de ser titular.
O setor de meiocampo tem qualidade, mas não tem aquele enganche acima da média, o 10 mesmo será Messi que deve jogar no ataque. Mascherano, Gutierrez, Verón e Di Maria devem formar o quarteto titular. Não há reserva com as características de Verón, uma lesão do camisa 11 do Estudiantes obrigaria Maradona a mudar a forma de jogar do time. Pastore é o jogador com maior característica de enganche, mas não é Verón. Reafirmo, se Verón tiver que sair, Maradona vai ter que alterar o jeito de jogar da equipe. Bolatti é o único volante e então reserva de Mascherano. Maxi Rodriguez é opção tanto para a vaga de Gutierrez quanto de Di Maria.
No ataque Maradona foi ousado e chamou seis jogadores, três deles centroavantes, mas mesmo assim o esquema deve ter somente dois homens na frente, Messi e mais um. São cinco brigando para ser o parceiro de Lio. Titular no último amistoso contra a Alemanha, Huguaín parece sair na frente, mas não pode relaxar, pois Milito em grande fase na Inter deve vir forte na briga pela camisa nove. Tevez e Aguero já tiveram maior prestigio na seleção e hoje perderam espaço e devem ter chances remotas de titularidade. O últimos dos seis é Palermo. Muitos não o levariam, eu concordo com o Diego em levar.
Palermo é matador e pode ser importante em um jogo que se for preciso a bola área no decorrer do embate. Sem contar o gol dele contra o Peru que foi de fundamental importância para a Argentina jogar o Mundial, nada mais justo em levar um dos heróis da classificação para a Copa.
Para encerrar, digo que a Argentina vem sim muito forte para a Copa, embora gostaria de ver um pouco mais de qualidade no meio-campo. Tentaria Messi mais recuado ao lado de Verón com dois homens na frente. Pela qualidade dos atacantes seria interessante ter dois deles além do Messi. Não acho que o time ficaria desprotegido defensivamente já que tem praticamente dois zagueiros nas laterais e no meiocampo Mascherano e Gutierrez com grande poder de marcação. Além disso, Verón, apesar da idade, marca também, só ver que ele foi quem marcou D’Alessandro no confronto contra o Inter na última quinta-feira.
Veremos se Diego pensará nessa hipótese, ele mesmo declarou essa semana que quer Messi tocando mais na bola. Afirmou que o camisa 10 do Barça não pode ficar cinco minutos de um jogo sem tocar na pelota. No meio ele poderia ser mais participativo. De qualquer forma, com Messi na frente ou no meio a Argentina deve pinta como uma das favoritas e o sonho do o tri pode se concretizar.
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